Destruição Final 2 - Foto: Reprodução
Destruição Final 2 chega após o sucesso de Destruição Final: O Último Refúgio, com a proposta de entregar uma aventura maior em um mundo pós-apocalíptico repleto de perigos, desafios e pessoas nas quais não se pode confiar.

Desta vez, logo em seus primeiros minutos, o longa abandona a Groenlândia ao mostrar um terremoto destruindo o bunker onde os sobreviventes estavam abrigados. Isso força John e sua família a procurarem um novo lugar para sobreviver. É nesse momento que surge a ideia de seguir até a cratera onde um fragmento do cometa Clarke caiu, já que existe a teoria de que o local possa ser um ambiente seguro para a sobrevivência.
Destruição Final 2 apresenta poucos conflitos
A ideia do roteiro é interessante, porém a narrativa se mostra fraca. O filme apresenta poucos conflitos realmente impactantes e quase nenhuma situação que gere tensão no espectador. Em diversos momentos, a obra deixa claro que tudo vai acabar bem, independentemente das circunstâncias. Assim, quando surge um problema — seja uma pessoa mal-intencionada, um grupo hostil ou até penhascos que precisam ser atravessados — a solução vem de forma rápida e conveniente.
Destruição Final 2 é um filme interessante, mas falha em suas escolhas narrativas. Os diálogos são fracos e o roteiro se apoia excessivamente em conveniências. Para um longa ambientado em um mundo pós-apocalíptico, havia espaço para explorar muito mais esse cenário e suas consequências.
Ainda assim, o filme entrega boas cenas de ação e possui uma carga emocional satisfatória, tanto com os personagens já conhecidos do primeiro longa quanto com os novos que surgem ao longo da história. Um dos destaques de atuação fica por conta de Morena Baccarin, que apresenta uma boa performance do início ao fim, especialmente nas cenas finais.
Destruição Final 2: Apesar de um roteiro fraco, o filme diverte e traz boas cenas de ação – Carlos Enriki Jornalista | MTb 0099462/SP
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